E VC JA FOI CONSIDERADA(O) UMA CHATA?

Se quizer conferir...leia a materia a seguir que saiu na revista Claudia. É legal e vale a pena!

http://claudia.abril.com.br/materias/2754/?pagina1&sh=29&cnl=25&sc=

 

 



Escrito por Julia Ribeiro - autora às 14h23
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Tendências de consumo para 2008

As pistas não deixam dúvida: 2008 será o ano em que o poder do consumidor será consolidado. A consultoria Trendwatching destaca em seu último relatório oito tendências de consumo para este ano. São elas:

1. Esferas de status - Consumo e status sempre andaram de mãos dadas. Mas algo está mudando: velhos símbolos de status, como automóveis importados e jóias de designers famosos, já não são mais o sonho de todo consumidor. Afinal, com as sociedades de consumo dominadas pela abundância de bens, pela saturação, por experiências, mundos virtuais, individualismo, participação e sentimentos de culpa e preocupação com os efeitos colaterais do consumo desenfreado, a tendência é que as pessoas considerem status de várias maneiras, e não só como o acúmulo de bens luxuosos e de marca. É o que a empresa denominou como esferas de status: uma variedade de estilos de vida, atividades e crenças, que podem ser misturados e combinados por consumidores que busquem reconhecimentos de vários grupos.

2. Premiunização - Parte da esfera tradicional de status, a premiunização não vai perder espaço em 2008. Doses rápidas de status derivadas de produtos e experiências premium vão continuar com força total. O que há de novo, então? Bem, 2008 deve marcar a premiunuzação de toda e qualquer coisa. Em outras palavras, nenhum mercado, nenhum setor, nenhum produto escapará a uma versão premium. Nem a água escapa.

3. Cultura de aperitivos - A cultura de aperitivos é uma espécie de esfera transitória turbinada, marcada pela busca insaciável dos consumidores por gratificação instantânea. Tal cultura engloba o fenômeno de produtos, serviços e experiências que se tornam mais temporários e transitórios; produtos que são descoonstruídos para chegar a pedações mais fáceis de digerir e bancar, tornando possível a coleção de ainda mais experiências, o mais freqüentemente possível, num tempo ainda menor.

4. Oxigênio online - Cinco anos atrás, a Trendwatching introduziu o conceito de "oxigênio online": a tendência de consumidores precisarem de acesso online tanto quanto precisam de oxigênio. Exageros à parte, a Web 2.0 criou marcas jovens que são hoje maiores e mais valiosas do que muitas marcas tradicionais. Esse orgasmo de inovação continuará ininterrupto pelos próximos anos.

5. Eco-icônico - Nos últimos anos, a tendência ecológicca foi do "Eco-feio" (alternativas feias, caras e de baixo desempenho a produtos e serviços da esfera tradicional) ao "Eco-chique" (produtos com aparência tão agradável quanto a das versões menos responsáveis) ao "Eco-icônico" em 2008: bens e serviços "eco-friendly" com design e características icônicas, ousadas, que ajudam seus proprietários eco-conscientes a ostentar suas credenciais.

6. Marcas que servem - Fato 1: consumidores dão valor ao que é autêntico, prático, exclusivo. Fato 2: consumidores buscam uma vida mais conveniente, economizando tempo. Conclusão: por que persistir em bombardeá-los com campanhas publicitárias megamilionárias de via única? Em vez de sair à caça de consumidores, por que não auxiliá-los de formas relevantes, fazendo o melhor de seus produtos e do que quer que sua marca represente? Um exemplo: marcas de fraldas ou comida para bebês abrindo, em aeroportos ou shopping centers, áreas de descanso com instalações para troca de fraldas e fornos de microondas para facilitar a vida dos pais. Outro: armários próximos à praia, para que os banhistas possam guardar seus pertences enquanto nadam ou fazem uma caminhada.

7. Faça você mesmo - Muito se falou, durante os últimos anos, na "Geração C", com o "C" significando "conteúdo". É uma tendência dominante agora, com milhões de consumidores exibindo suas empreitadas criativas online, e outros tantos usufruindo os frutos de sua criatividade. O conteúdo gerado por usuários, pelo menos no mundo online, evoluiu de um hobby adolescente para um antagonista quase em pé de igualdade com entidades estabelecidas na mídia, entretenimento, notícias e arte. Como era de se prever, a Geração C é cada vez mais recompensada por sua criatividade. De fato, com muitos de seus membros atraindo grandes audiências, há como ganhar dinheiro de verdade. Os consumidores são capazes de criar o que bem entenderem, conquanto que seja digital, e de personalizar muitos bens físicos. A próxima fronteira, prevê a consultoria, será a habilidade de projetar digitalmente seus produtos, e então tê-los transformados em bens reais. As tendências MIY e SIY (Make It Yourself e Sell It Yourself) devem se tornar muito mais sofisticadas.

8. Crowd mining - O termo "crowd mining" poderia ser traduzido como "exploração das massas", caso o termo em português não soasse como parte de um anacrônico discurso socialista. "Exploração", nesse caso, tem uma conotação positiva: pense na exploração de minas em busca de riquezas, ou na exploração do espaço em busca de conhecimento. "Sondagem das massas" talvez se aproxime mais do sentido original: pesquisar o público em busca de diamantes, tanto brutos quanto lapidados. de dinheiro.


Fonte: Por Marco Aurélio Gois, in www.consumidormoderno.com.br


Escrito por Julia Ribeiro - autora às 21h43
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Dia de festa para o consumidor?

Por Thiago Terra
thiago@mundodomarketing.com.br

Em 15 de março comemora-se o Dia Internacional do Consumidor e este ano o Código de Defesa do Consumidor – CDC - completa 17 anos de existência. Para este dia, empresas de diversos setores desenvolvem ações com o objetivo de atrair o cliente, oferecendo experiência, atenção e parabenizando a todo momento. O Mundo do Marketing procurou empresas e executivos para saber se o consumidor está sendo respeitado, se sua importância é apreciada ou se muitas empresas só querem saber mesmo do bolso delas.

O Idec recebeu em 2007 mais de 20 mil contatos de consumidores sobre produtos, serviços e ações judiciais, em 2007.

 * 17,1% Planos de Saúde
 * 14% Setor financeiro
 * 13,8% Telecomunicações
 * 12,2% Produtos
 * 8,1% outros serviços

Mais reclamados no Idec em 2007
Planos de saúde: Há oito anos consecutivos é liderança do ranking por reajustes abusivos e falta de cobertura de procedimentos, consultas e exames.

Financeiro: Tarifas bancárias e cobranças de cartões de crédito.

Telecomunicações: Mudança de pulso para minuto, detalhamento da conta e informações de pagamento.

Produtos: Defeito e oferta enganosa.

Poupança: cerca de 23.200 contatos referentes a ações judiciais, onde 78% trataram de perdas nas cadernetas de poupança nos planos econômicos (Bresser, Verão e Collor).

 Fonte: Idec

ARTIGO COMPLETO: http://www.mundodomarketing.com.br/2006/ver_reportagens.asp?cod=3675



Escrito por Julia Ribeiro - autora às 12h43
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Varejo se adapta ao comportamento do consumidor - Por Thiago Terra
Especialistas da área explicam que neste mercado é necessário se diferenciar onde não há diferencial e fazer com que as pessoas construam um relacionamento emocional com a marca. Conquistar um vínculo com o consumidor hoje em dia é como um relacionamento a dois. É preciso ter paciência, dar a atenção necessária e não cair na rotina.

PRINCIPAIS TEMAS:

q       Marcas que buscam lealdade

q       Fidelidade não, vínculo

q       Tendências e tecnologia

Perguntas e Respostas com Vinícius Silva Danielle, Gerente de Marketing do Hipermercado Extra.

1.       O que deve ser feito hoje para criar um vínculo um consumidor no mercado varejista?

2.       Quais as vantagens do setor varejistas em relação aos demais segmentos, como a venda direta?

3.       Como o comportamento do consumidor influencia nas ações de marketing do Extra?

4.       Quais as tendências da comunicação do varejo daqui pra frente?

5.       Que conselhos você daria aos profissionais de marketing que estão começando a carreira no setor varejista?

ARTIGO COMPLETO: http://www.mundodomarketing.com.br/2006/ver_reportagens.asp?cod=3497



Escrito por Julia Ribeiro - autora às 09h50
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As emoções e a criatividade - * Mário Eugênio Saturno

Uma pesquisa conduzida pelo Dr. Adam Anderson, Professor de Psicologia da Universidade de Toronto publicada no “Proceedings of the National Academy of Sciences”, demonstrou que o humor influencia o modo como processamos a informação visual e desenvolvemos algumas atividades. A felicidade pode abrir a mente e a visão e aumentar a criatividade. Por outro lado, esse bom humor torna as pessoas mais distraídas.

No estudo, voluntários deveriam resolver dois tipos de problemas, um que requeria criatividade na associação de palavras e outro que envolvia a visão e que ignorava informações que distraem. O humor era estimulado através de músicas que despertam a felicidade ou a tristeza, além de serem solicitados a pensar sobre coisas felizes ou tristes.

Os voluntários do grupo estimulado para um estado de felicidade foram hábeis para resolver os problemas que envolviam a criatividade, porém mostraram-se distraídos e foram mal nos testes visuais com distrações. O oposto ocorreu no grupo triste. O que parece natural, quando temos dificuldades para resolver algum problema, nossa primeira reação é ficar bravo, o que acaba aumentando o foco sobre o problema.

Os cientistas afirmam que a amígdala, localizada no cérebro, pode ter um grande efeito na criatividade, pois é a parte do sistema límbico que dispara o medo e o medo torna as pessoas menos criativas. Talvez seja por isso que ter uma atitude positiva faça com que esse tipo de gente sobreviva diante do perigo e adversidades. Dica para empresários e políticos do executivo, a insegurança fará seus subordinados terem menos idéias. Pense bem, a culpa não é do subordinado mas do chefe.

Por outro lado, para se resolver problemas que envolvem leitura ou cálculo, estar muito feliz distrai, tira do foco. Dirigir em uma estrada movimentada que exija também muita atenção, não é bom e é até perigoso estar rindo à toa.

Um mau humor resultará em uma visão focada, curta. O que estiver em volta será desprezado. Em algumas situações isso é benéfico, ou seja, um pouco de ansiedade pode ser bom. Assim, contrate um contador mal-humorado. Mas não muito. O importante e o que é bom para a saúde mental é a capacidade de ser flexível, não ficar preso a um tipo de humor somente.

Para os problemas do dia-a-dia precisamos de um pouco de criatividade, assim, estimular a felicidade é uma forma de resolver o problema com soluções novas e inventivas. Comigo mesmo já aconteceu isso, durante a montagem do primeiro satélite brasileiro, o SCD-1, foi detectado um grave problema de projeto no receptor que inviabilizava algumas funções, enquanto engenheiros eletrônicos discutiam, sem ter o que fazer, a não ser esperar, enfiei a mão no bolso, agarrando meu Terço e comecei a rezar. Quando minha mente afastou-se da ansiedade geral, vislumbrei uma solução simples e que foi adotada.

Por isso vemos que não importa a época, as igrejas sempre ficam abarrotadas de gente. O ser humano é um ser social, as “igrejas” cumprem uma função que nos torna felizes. Quem assim faz, além de aplacar a dor das dificuldades, acha modos melhores de melhorar sua vida, seja espiritual ou fisicamente.


* Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Professor

Fonte: Jornal Diário do Comércio14/02/2008



Escrito por juliaalvesbr às 15h33
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Selo certifica qualidade no atendimento em lojas

Por Thiago Terrathiago@mundodomarketing.com.br

O IBRC – Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente – criou o selo Loja Amiga do Cliente – LAC – que será adaptado também para Shoppings e Hotéis e servirá como balizador de uma série de fatores para comprovar o bom atendimento.

O Selo define o fim das denuncias e o começo da confiança.


Além da contribuição que o auditor oferece no contato com as entidades, o Selo já dispõe de um site que receberá denuncias sobre as lojas que possuem o selo, mas que não estão cumprindo as determinações que levaram a empresa a recebê-lo. “Isto será feito para garantir que a loja mantenha o padrão sempre ao longo do ano. A denúncia será importante porque qualquer estabelecimento poderá ser reavaliado”, explica o Presidente do IBRC.
 


Escrito por juliaalvesbr às 15h24
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OCIO.COM....

Aqui no Ócio nós já ensinamos a montar seu próprio karaokê usando o Powerpoint, aqui. Falamos sobre como incluir sua música favorita e sincronizar imagens, salvar e depois até gravar tudo em um CD. para animar qualquer festinha ou happy hour.

http://www.ocio2007.com.br/



Escrito por juliaalvesbr às 14h52
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BLOG DE GUERRILHA!

Esse blog é mt interessante!
Foi onde primeiro vi estratégias de mkt de guerrilha...
www.blogdeguerrilha.com.br



Escrito por juliaalvesbr às 14h48
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smell

Luiz Alberto Marinho
Sensações à venda


Especialista em tendências deconsumo, o publicitário mostracomo cada vez mais as pessoas são aceitas pelo que compram
Celso Fonseca
O publicitário carioca Luiz Alberto Marinho, 44 anos, estava se sentindo em casa. No café da revistaria da Fnac Pinheiros, feérico hipermercado cultural de São Paulo, onde mora, costuma folhear publicações do mundo inteiro, com absoluta falta de cerimônia, enquanto a dosagem de cafeína em seu sangue se eleva. Ele se diz viciado em notícias de todas os matizes. Estar bem informado é a essência do seu trabalho. Sócio da empresa publi. BrandWorks, tem um ofício que pode parecer um tanto etéreo para a maioria das pessoas. Sua função é detectar as tendências de comportamento do consumidor para abastecer de idéias e soluções clientes de peso, como as principais redes de shoppings do País. Estuda a natureza do consumidor como o ornitólogo diante de um pássaro raro. Ainda que munido de pesquisas e estatísticas, sua principal arma é mesmo a observação e a conversa. Não se intimida em abordar clientes de shoppings e perguntar quais são seus anseios. A vocação é antiga. Até os 17 anos queria ser engenheiro, embora sem nenhuma convicção. Foi salvo por um teste vocacional que indicou um grande interesse pelo “comportamento humano”. Tornou-se publicitário. Trabalhou em grandes agências, como JW Thompson, DPZ, Almap/BBDO, foi diretor da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) até que, em 1990, resolveu se dedicar apenas a decifrar os fenômenos do varejo. É integrante do International Council of Shopping Centers, sediado em Nova York, e faz palestras sobre o assunto pelo Brasil e pela América Latina. Seduz platéias com verve de entertainer. Também é colunista do site de negócios Blue Bus e da revista de bordo da Gol. O globetrotter do varejo lança nesta entrevista algumas teorias nem sempre agradáveis sobre os efeitos do consumo na sociedade, que, segundo ele, vive momentos de mudanças aceleradas e de profunda crise existencial. “As pessoas não sabem mais quem são e estão buscando respostas no consumo.” E dá-lhe frustrações.
ISTOÉ – Há uma idéia equivocada do que seja a classe média no País?Luiz Alberto Marinho – Existe uma visão distorcida. Muita gente se definecomo classe média, mas de média não tem nada. Está, na verdade, no topoda pirâmide. A pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre orçamentos familiares e os últimos dados do Censo Demográfico demonstram que 2,1% da população brasileira ganha entre cinco e dez salários mínimos, e apenas 1% ganha mais de dez salários mínimos. E o salário minímo é de R$ 260. Significa que apenas 3% da população brasileira tem como renda familiar mais de R$ 2.500 por mês. Na verdade, esse povo que ganha mais de R$ 2.500 por mês não se sente rico, e realmente não é rico, mas é elite do País, é o topo da pirâmide. Classe média, média mesmo, é aquela que está no meio da pirâmide, que a gente chama nas pesquisas de classe C. Corresponde a 33% da população brasileira e possui 29% do potencial de consumo. Essa verdadeira classe média está alijada de alguns luxos, como ir ao cinema, cursar faculdades e comprar aparelhos eletrônicos porque o dinheiro que sobra, depois que se paga alimentação, transporte e remédios, é muito pouco. Portanto, para adquirir alguns luxos, a classe média brasileira precisa recorrer ao crediário.
ISTOÉ – Se comprar é um fator importante para elevar a auto-estima como você diz nas palestras, a tal auto-estima do brasileiro anda baixa?Marinho – As pesquisas que a gente faz mostram que empresas como as Casas Bahia, que fornecem crédito, independentemente de o cliente ter carteira assinada ou não – e olha que 60% dos empregados do Brasil estão na informalidade e, portanto, não teriam acesso a crédito formal –, são vistas por essa classe média como grandes benfeitoras. Pois possibilitam o acesso à cidadania, reconhecem o cara como cidadão brasileiro, mesmo sem carteira assinada. Ou seja, de certa forma ajudam na auto-estima dessas pessoas. O Ibope fez uma pesquisa mostrando que as marcas líderes voltaram a crescer. É óbvio. Assim que há um respiro na renda, as pessoas querem ter o direito de consumir as marcas boas.
ISTOÉ – O fator preço ainda é decisivo?Marinho – Se o produto não tem valor agregado, o preço é determinante. Palito de fósforo é tudo igual. Então vamos comprá-lo pelo preço. Mas quando a marca confere prestígio é diferente. Se a marca faz com que você não se sinta mais um na multidão, mas sim uma pessoa bacana, sofisticada e na moda, o preço vai influir muito menos na hora de gastar. Eu fiz uma pesquisa nos supermercados de São Paulo e perguntei o seguinte aos clientes: se eles tivessem um pouquinho mais de dinheiro, o que comprariam? A resposta foi iogurte, arroz, feijão de uma marca melhor. Ou seja, mesmo na compra do básico, as pessoas têm anseios por marcas que vão agregar valor a elas. O hipermercado é o paraíso da classe média. Não é o shopping center, que é o paraíso inalcançável, onde se consome apenas com os olhos. Já no hipermercado ela pode comprar.
ISTOÉ – É o que você chama de sociedade dos sonhos?Marinho – É meio maluco. Mesmo empobrecida, essa classe média está abastecida. E a perda do poder aquisitivo do consumidor brasileiro nos últimos dez anos, segundo estudo do Instituto Nielsen, foi de 19%. Mesmo assim, de acordo com o IBGE, a presença do aparelho de televisão nos lares brasileiros é de 87%. E as pessoas têm fogão, geladeira, só que não os modelos do último tipo. As pessoas querem a televisão, a geladeira mais moderna, trocar o móvel da sala, querem o carro novo, acesso à internet, TV a cabo. Por isso a política de embargo liderada pelos Estados Unidos contra Cuba é muito inteligente, porque priva o consumidor cubano do supérfluo. A juventude cubana anseia pelo supérfluo. O embargo é eficiente porque está cerceando o sonho dos jovens de participar de uma tribo global, através do tênis, da camiseta, da marca. É difícil abrir mão deste sonho.


Escrito por juliaalvesbr às 14h41
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Apresentação

Objetivo = condensar aqui textos, artigos e noticias interessantes sobre comunicação e mkt.

Será feito com carinho buscando o que acho que tem na net de mais interessante...

Abraço,

Julia



Escrito por juliaalvesbr às 14h36
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